CATHERINE
WILKINS é fundadora e diretora de Fractology, uma organização sediada
em Sydney, que oferece palestras e workshops a respeito de habilidades
metafísicas e a ciência da cura na Austrália, Nova Zelândia e, através
de correspondência, a estudantes e praticantes em todo o mundo.
Curadora, terapeuta, artista e cientista médica, Catherine tem graduação
em medicina veterinária na Universidade de Sydney. Há duas décadas, vem
pesquisando e trabalhando com o campo energético humano e seu potencial
para a saúde e a cura, combinando a confiabilidade, consistência e
metodologia sistemática da medicina moderna com a percepção expandida, a
sutileza e as propriedades propiciadoras de saúde da terapia
energética. Isto é Fractologia. Atualmente, Catherine está focada em
ensinar e treinar curadores.
segunda-feira, 21 de setembro de 2015
Artigo na Revista Psique
A psicanalista Júlia Barany publicou um artigo na Revista Psique "Quando o perigo mora ao lado". Confira!
segunda-feira, 17 de agosto de 2015
Programação de palestras e workshops com Catherine Wilkins - Fractologia
Em setembro, Catherine Wilkins, autora do livro “Fractologia – O Poder curativo do holograma” estará no Brasil e ministrará palestras e workshops.
Confira programação das palestras e workshops abaixo
Dia 09 de Setembro de 2015
Dias 11, 12 e 13 de setembro de 2015
Dia 19 e 20 de setembro de 2015
Você também pode se informar pelo site www.monikavonkoss.com.br ou pelo facebook da Fractology https://www.facebook.com/pages/Institute-of-Fractology/1636234336592124.
quarta-feira, 5 de agosto de 2015
Lançamento do livro "Síndrome do Pânico tem Cura"
Lançamento do livro "Síndrome do Pânico tem Cura" em Juiz de Fora – MG, com o autor e médico antroposófico Antonio Marques.
segunda-feira, 13 de julho de 2015
Uma jornada dentro da Irlanda com Phil Cousieau
|
|||||
|
Médico que introduziu a antroposofia em JF Revisa Carreira e fala sobre novo livro
Por Mauro Moraes
Antônio Marques aponta a cura para a síndrome do pânico (olavo prazeres/07-07-15)
“Quem é o ser humano?”, perguntava-se, ainda muito pequeno, Antônio José Marques. Num tempo em que as questões são muitas e as respostas poucas, já traçava consigo o caminho que desejava seguir. “Aos 12 anos, meu pai me deu um livro da medicina sagrada do antigo Egito. Ali me veio o desejo de fazer medicina sacerdotal. Minha preocupação, meu desejo infantil, era ajudar a ciência”, conta ele, hoje aos 62 anos, 36 deles dedicados ao ofício.
“Como é o ser humano? Como ele pensa? Como ele sente? A medicina, para mim, foi o caminho pelo qual acessei o antropos”, diz o homem de voz e olhar entusiasmados. “A medicina sagrada foi sucateada. Hoje a ciência não é mais questionadora, é produtora. O que interessa é o retorno financeiro. O outro lado foi esquecido, e meu objetivo era resgatá-lo”, comenta. “Minha insatisfação era plena. Na faculdade, passar de ano não era o problema, mas saber cadê o homem”, completa, sorrindo.
Filosofia em casa
Intercalando citações de Platão, Aristóteles, Goethe, entre outros filósofos e pensadores mundiais, Antônio Marques entende do corpo e da mente. Nascido em Mato Grosso, mudou-se para Minas ainda criança. “Meu pai era juiz auditor da 4ª Região Militar e foi cassado pelo AI-5, porque não aceitava a pressão dos militares. Como ele gostava muito de filosofia, acabou me passando”, recorda-se o médico, que, no segundo período da faculdade, no início dos anos 1970, conheceu a antroposofia, comprou livros e começou a estudar. Tempos depois, foi a São Paulo para uma palestra do médico e pesquisador alemão, referência na área, Otto Wolff. Ao se graduar, partiu para Alemanha e Suíça, numa espécie de especialização na doutrina criada, no início do século XX, por Rudolf Steiner, que a considerava a “ciência espiritual”. Quando voltou da Europa, Marques abriu um consultório e depois juntou-se a dois colegas. Porém, sua formação hospitalar exigia-lhe espaço, e ele, então, construiu a agigantada clínica Vivenda Sant’Anna, no São Pedro.Diante do antropos
Se no momento em que se atentou para a medicina antroposófica foi preciso um grande esforço para buscar informações e direcionamentos, hoje, para os que chegam, como Mikhael Marques, filho de Antônio, o horizonte é distinto. São mais de 20 profissionais na área em Juiz de Fora. “Depois de São Paulo, o segundo lugar da antroposofia no país é aqui”, orgulha-se o médico, atualmente coordenador do curso de formação em antroposofia na Suprema. “Hoje a medicina é baseada em vivência. Se a bactéria está ali, é só matar. Não se pergunta o porquê de ela estar ali. É quase uma ciência acéfala. Não há argumentação, nem conhecimento. Temos que nos pautar dentro de uma fisiologia (como funciona? para quê?)”, discursa Antônio, defendendo o caminho do pensamento e da reflexão dentro de sua prática. Para o homem que trafega com desenvoltura do erudito ao popular, recitando versos e ditos, é preciso pensar também fora do consultório.Sem pânico
Membro da Academia Juiz-forana de Letras, Antônio Marques lança seu quinto livro neste mês, durante o XII Congresso Brasileiro de Medicina Antroposófica, que acontece na cidade, de 29 de julho a 1º de agosto. “Síndrome do Pânico tem cura” (Editora Bárány, 94 páginas) revela o percurso de estudos feitos pelo médico até chegar à conclusão de que a superação está na mente. “A gente precisa casar com o corpo, que é uma parte do ser humano, mas não é o todo. Essa parte depende de como a alma mergulha nela. Quando a alma se solta aqui (aponta para a altura do abdômen) chama-se ansiedade, raiva, ódio, ou seja, nosso lado animalesco. Quando se solta aqui (aponta para o peito), é depressão. E aqui (na cabeça) é o pânico”, explica. “Visualizar o que já fez é o macete. Se fizermos uma retrospectiva dos pequenos gestos, colocando ordem no pensamento, conseguiremos sair da crise sem remédio. Ao gerar imagens do passado, tomamos consciência do que está acontecendo. A cabeça não serve para pensar, mas desenvolver imagens”, discute o homem em sua busca incessante por saber “quem é o ser humano”.sexta-feira, 19 de junho de 2015
Manual do coração partido: o que fazer quando o relacionamento acaba?
Ter o coração partido é uma experiência que todo mundo, ao menos uma vez na vida, vai passar. As decepções amorosas acontecem porque o ser humano tende a idealizar no outro aquilo que quer enxergar. De acordo com JÚLIA BÁRÁNY, psicanalista, um olhar isento de projeções não acontece com facilidade, pois as pessoas não costumam CONHECER E AMAR A LADO SOMBRIO DOS PARCEIROS. “Estamos apaixonados pela paixão, não vemos a pessoa. Às vezes, o problema é a gente mesmo”, fala a profissional.
POR QUE TANTA TRISTEZA?
Segundo Júlia, os humanos estão sempre à procura do êxtase. E não seria diferente nas relações amorosas. “Você põe todas as suas fichas nisso, aposta todo o seu ser”, conta. E é com a mesma intensidade que se arrisca nos começos das paixões, que se sofre ao fim delas. “Quando vemos que não deu certo, caímos no fundo do poço. Perde-se o paraíso”, explica Júlia.
Então, ao perder o paraíso, inicia-se um processo de luto e de reconstrução da vida e da forma de descobri-la. Na maioria das vezes, A TRISTEZA TAMBÉM SE MANIFESTA POR MEIO DE DORES E INCÔMODOS FÍSICOS. Isso acontece porque o amor tem um efeito químico no corpo humano e, sem ele, chegam AS CRISES DE ABSTINÊNCIA. “Você se mistura quimicamente com o outro, com a saliva e o contato sexual. Tem o êxtase do orgasmo, e o seu corpo quer aquilo de novo. NÃO É SÓ O SEU CORAÇÃO”, esclarece a psicanalista.
As relações amorosas também fazem com o que o hormônio OCITOCINA seja liberado no organismo humano. Essa substância é a responsável pela ligação estabelecida entre as pessoas, tanto que o momento em que ela é mais produzida é durante o parto.
NESTAS HORAS, CHORAR EM UM OMBRO AMIGO É EXTREMAMENTE NECESSÁRIO. FOTO: DAVID PEREIRAS VILLAGRÁ/ISTOCK
COMO TRATAR A FERIDA?
Ao se procurar um ombro para chorar as mágoas de um amor recém-acabado, é bem provável ouvir que todo o sofrimento vai acabar. Apesar de isso ser verdade, não existe um tempo certo para que a dor passe. Vai depender de muitos fatores, incluindo como é que a pessoa vai escolher passar por este árduo caminho.
Segundo Júlia, É PRECISO SE PERMITIR SOFRER E CHORAR TUDO O QUE HÁ PARA CHORAR. “Não enfie debaixo do tapete porque, depois, vai voltar de uma forma que você não espera”, aconselha. “Procure o colo de alguém. Você está se sentindo como criança porque está doendo”, ela afirma.
A complicação é que, ao mesmo tempo em que é preciso colocar as mágoas e lágrimas para fora, canalizar a tristeza e não se deixar afundar por ela também é necessário. Por isso, procurar fazer ATIVIDADES E PROGRAMAS QUE TE TRAGAM ALÍVIO é essencial. “Transforme a dor e o sangramento em algo construtivo para você”, fala Júlia.
VÍTIMA? NÃO
“Todo revés da vida é a chance de um novo caminho”, entusiasma a psicanalista. Talvez, nas primeiras semanas pós-separação não seja possível enxergar isso. Para alcançar essa visão mais madura dos fatos, é preciso ASSUMIR RESPONSABILIDADE PELA SEPARAÇÃO, pois um relacionamento não é feito por uma só pessoa. “Assuma a responsabilidade de que você vai resolver e não espere que alguém faça algo por você”, afirma a psicanalista.
ADMITIR QUE “PERDEU O JOGO” vai te ajudar a largar do amor perdido. “Se você mergulha na tristeza, fica nela e ao lado da parte negativa do amor que perdeu”, fala. Neste momento, é preciso trabalhar a autoestima. Listar lamúrias e achar que o relacionamento acabou porque você não é suficiente para ele não vale. “APROVEITE ESTA CHAPOLETADA DA VIDA PARA MELHORAR NISSO. São dois lados, e é uma questão de conexão”, aconselha Júlia.
De acordo com a profissional, assim, aos poucos e se tornando consciente do que aconteceu, você volta a tomar posse da sua vida. Outro conselho marcante de Júlia é nunca achar que você é uma vítima. “A PESSOA PRECISA SER SOBREVIVENTE, OLHAR E FALAR: ‘PUXA, ESTOU VIVA. O QUE VOU FAZER AGORA?’ E CONTINUAR”, finaliza.
quarta-feira, 27 de maio de 2015
Fractologia: Reações positivas e negativas aos desafios ou ao stress
Existem duas maneiras para reagirmos quando desafiados ou estressados. A primeira é a que a maioria de nós infelizmente pratica bastante. É a reação do “ganho negativo”, quando nos fechamos, nos escudamos e nos armamos para resistir ao negativo.
É uma reação válida, mas exige muita energia nossa. Usamos a energia para nos mantermos e resistirmos ao impacto da energia negativa. Mas o custo é muito maior.
Quando nos armamos contra o negativo, permanecemos focados no negativo. Isso mantém um foco deletério na nossa energia. Resistindo ao negativo, paradoxalmente, conservamos por mais tempo a energia negativa no nosso espaço.
Mas qual é a alternativa?
Ainda precisamos responder aos estresses e desafios nas nossas vidas. Esclareçamos: eu não estou sugerindo deixarmos os estresses e desafios correrem a rédeas soltas nas nossas vidas. Estou sugerindo que há uma maneira melhor.
É o segundo modo de reação. Infelizmente, quase todos nós não tivemos muitas oportunidades para praticá-lo. Para a maioria nem foi possível.
Este segundo modo precisa ser aprendido por nós. É a reação do “ganho positivo”. Precisamos praticar porque precisamos ser fortes nisso e podermos contar com isso para responder aos estresses e desafios da vida.
A reação do “ganho positivo” é aumentar o fluxo de energias positivas nas nossas vidas. Quando conseguimos fazer isso com confiança e facilidade, tornamo-nos capazes de abrir as comportas da energia positiva. O fluxo de energia positiva, quando é forte o bastante, leva embora qualquer negatividade. É uma maneira muito mais poderosa de responder aos estresses e desafios nas nossas vidas.
Então, a intenção de hoje que seja:
Minha alma conhece somente o positivo. Hoje eu abro as comportas da minha alma e expando todas as coisas boas na minha vida.
Catherine Wilkins, autora de Fractologia, o poder curativo do holograma, Barany Editora, 2011.
Assinar:
Postagens (Atom)













